Gigantes da Quiçama

Um documentário angolano sobre os elefantes no Parque da Quiçama.
Filmado, montado e finalizado em Angola, por angolanos,
com tecnologia de ponta, nível de cinema mundial.

Ajuda-nos a contar esta história.

Valor angariado

1.000.000KZ

Meta

4000.000.000KZ

Porcentagem da meta
25%
Apoiadores: 3
Dias restantes: 365

O PROBLEMA

Cresceu uma geração inteira sem saber que Angola é terra de elefantes.

Durante séculos, Angola foi território de gigantes. Eles percorriam livremente as nossas terras, faziam parte da paisagem, da nossa história e da nossa identidade.

Depois, tudo mudou. A guerra deslocou populações, a pressão sobre a natureza tornou-se insustentável, os habitats foram destruídos e a fauna dispersou-se. Os elefantes deixaram de fazer parte do nosso imaginário colectivo.

Crescemos sem eles. Sem sequer saber que existiam.

Hoje, a cerca de 100 quilómetros a sul de Luanda, eles estão de volta.

Mas este regresso acontece em silêncio. Quase sem registo. Sem memória. Sem ligação com as pessoas.

E sem ligação, não há preservação.

O FILME

Não é sobre animais. É um filme sobre reencontro.

Quiçama’s Giants é um documentário cinematográfico angolano que acompanha o regresso silencioso dos elefantes ao território nacional, em particular ao Parque Nacional da Quiçama.

O título de trabalho nasce de “Jamba”, elefante em Umbundu.

O filme procura reconstruir a ligação perdida entre os angolanos e uma das espécies mais emblemáticas da nossa história natural.

É um filme sobre aquilo que deixámos de conhecer no nosso próprio território.

Gênero

Duração prevista

Idioma

Local da filmagem

Captação

Masterização

Publico

Execução

Documentário – Natureza, história, conservação 

Longa-metragem, 120 minutos

Português, Umbundo, Kimbundo, Inglês, Françês

Parque da Quiçama e outras Regiões

8K RAW cinema Digital, RED RAW

4K HDR – Dolby Vision – Dolby Atmos

Angolano e Internacional, a partir dos 10 anos

18 meses

COMO VAMOS FILMAR

A linguagem é contemplativa e imersiva. Queremos
colocar o espectador dentro do habitat, frente a frente com os animais, sem filtros e sem distância.

• Cinematografia aérea e terrestre em 8K
• Captação de som ambiente natural
• Entrevistas com biólogos e conservacionistas
• Testemunhos das comunidades locais
• Observação sem interferência directa nos animais

100% PRODUZIDO EM ANGOLA

Produção, realização, câmara, pós-produção, cor, som, gestão técnica e comunicação: tudo feito no país, por angolanos.

A tecnologia aqui não é luxo. É a ferramenta para contarmos a nossa própria história com qualidade internacional e para deixar em Angola capacidade instalada que fica depois do filme terminar.

PORQUÊ OS ELEFANTES

Não é só o maior animal terrestre. Em Angola, é memória.

É IDENTIDADE

Para quem é de Benguela, o elefante está no centro do brasão da província, no símbolo do clube da cidade e no nome da Baía dos Elefantes, na Equimina. Essa ligação não é teórica. É cultural. É ancestral.

Há também um dado histórico incontornável: o maior elefante alguma vez registado no mundo foi abatido em Angola, em 1955, o chamado elefante de Fénykövi, hoje exposto no Smithsonian, em Washington.

É ECOLOGIA

Onde existem elefantes, o ecossistema está vivo. Abrem caminhos, criam clareiras e espalham sementes ao longo de dezenas de quilómetros, ajudando a regenerar a vegetação e a manter o equilíbrio entre espécies.

São aquilo a que a ciência chama uma espécie-chave: sem eles, o sistema inteiro muda.

É ECONOMIA

Os elefantes são um dos maiores atractivos do turismo em África.

Onde existem, há interesse, investimento e desenvolvimento local, hotelaria, guias, transporte, restauração e artesanato.

Para Angola, não são apenas um símbolo. São uma oportunidade concreta de crescimento sustentável, num momento em que o país procura diversificar a sua economia.

É HISTÓRIA RECENTE

Antes da independência, a Quiçama abrigava milhares de elefantes.

Duas décadas e meia de guerra e caça furtiva reduziram essa população a quase nada.

No ano 2000 arrancou a Operação Arca de Noé, que transportou elefantes da África do Sul e do Botsuana de volta para a Quiçama.

Passaram-se mais de 25 anos. Eles ficaram. Reproduziram-se. E quase ninguém em Angola sabe disso.